ESC. MUN. XICA OLIVEIRA

Nesta página serão postados os trabalhos dos alunos do 7º ano B e do 7º ano C feitos durante o ano letivo de 2012 na disciplina de Língua Portuguesa.

A primeira publicação será o texto do gênero lenda produzido em sala pela aluna Eloise, 7º ano B. A produção sugerida foi feita após leitura em sala da lenda que explica a origem das Cataratas do Iguaçu. Os alunos tinha que produzir, em sala, uma lenda que explicasse a origem da "Árvore da felicidade":


Existem duas espécies de plantas muito semelhantes chamadas de “árvore-da-felicidade”, tanta é a semelhança, que comumente a espécie Polyscias guilfoylei é chamada de “macho” e a espécie Polyscias fruticosa é considerada a “fêmea”.

A reescrita do texto foi feita e refeita em casa, com correção em sala de aula.
Foi criado um grupo de ilustradores com alunos de todas as turmas, para ilustrar com desenhos feitos por eles, os texto selecionados para o blog.
O resultado foi um texto muito gostoso de ler, confiram:


O AMOR DA ÁRVORE DA FELICIDADE


Há muito tempo atrás nasceram duas crianças, Gabriel e Júlia, que viviam em famílias separadas, mas foram aproximadas pelo destino.

Num certo dia, quando os pais da pequena Júlia estavam distraídos, ela viu a porta aberta e saiu de casa.A família do Gabriel foi passear no parque e andando por lá encontrou no caminhoa pequena menina sozinha, sentada na areia.Como viram que ela estava desacompanhada pegaram a garota e foram procurar seus pais.


Passado um tempo, eles bateram na porta dos pais da Júlia, explicando que a acharam no parque, sozinha. Depois de conversarem bastante viraram grandes amigos e as crianças também.



Anos depois, Júlia e Gabriel foram se aproximando um do outro e se apaixonando cada vez mais. Uma vez, ao sair da escola, resolveram ir por um caminho mais longo na volta para casa, o qual passava por uma floresta. Ao entrarem nela, brincaram correndo um atrás do outro e terminaram se perdendo. Na procura da saída, acabaram descobrindo uma aldeiaantiga, mas que ainda abrigava muita gente. Ao chegar, ninguém os tinha notado, a não ser uma pessoa: Tupi, um indiozinho estranho que tinha o poder sobrenatural de transformar pessoas em plantas.

Tupi ao ver Júlia ficou encantado com ela e apaixonou-se perdidamente. A menina, sem saber, tinha entrado naquela floresta para cumprir o seu destino: servir à tradição daquele povo, o qual seguia uma velha lenda de casar o filho do chefe da tribo, Tupi, com uma mulher que surgisse inesperadamente, como o amor do estranho guerreiro. Assim, essa aliança traria sorte e tranquilidade para a aldeia.



A jovem deveria casar-se com o índio aceitando o destino que lhe obrigaram. Mas Gabriel, o verdadeiro amor de Júlia, não permitiu que isso se realizasse e a levou embora de lá, procurando uma saída daquele pesadelo. Tupi os seguiu, porém percebeu que a garota não gostava dele, mas sim de Gabriel, ficando muito zangado com isso, resolveu transformá-los em plantas que se entrelaçavam a cada pôr do sol. Ela, com folhas delgadas e claras e ele, com folhas densas e escuras.


Assim, quando chega a noite eles se transformam em pessoas novamente e revivem momentos de felicidade, se entrelaçando num abraço e eternizando seu amor. Por isso, são chamados de Árvore da Felicidade.

ELOISA 7ºB